Segundo a Onu Mulheres, “empoderar mulheres e promover a equidade de gênero em todas as atividades sociais e da economia são garantias para o efetivo fortalecimento das economias, o impulsionamento dos negócios, a melhoria da qualidade de vida de mulheres, homens e crianças, e para o desenvolvimento sustentável”.

De acordo com o TSE, 638 mulheres foram eleitas prefeitas em um universo de 5.496 municípios. Quando se fala em gênero e raça, o retrato da desigualdade ainda é mais perverso. Das 638 prefeitas eleitas, somente 10 são negras e 168 pardas.

A desigualdade é gritante. Ainda buscamos o posicionamento das mulheres em todos os campos sociais, políticos e econômicos. Estamos reivindicando o direito à participação em debates públicos e tomada de decisões importantes para o futuro da sociedade, principalmente nos aspectos que estão relacionados ao nosso próprio corpo.

Cada vez mais as mulheres assumem as responsabilidades de sustento de suas famílias – 34,9% dos lares pesquisados pela PNAD 2008 eram chefiados por mulheres. Esse aumento está relacionado principalmente à maior participação feminina no mercado de trabalho, o que ocasiona também o aumento da importância do salário da mulher nas receitas familiares.

Como explica Tory Burch em um artigo para o Huffington Post, o Programa Dez Mil Mulheres, do Goldman Sachs, “provou que investir em mulheres é uma das formas mais eficientes de reduzir a desigualdade e facilitar o crescimento econômico. Quando as mulheres são empoderadas, isso gera famílias mais saudáveis e mais educadas e, em última análise, comunidades mais prósperas”.—

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Entenda por que o Empoderamento Feminino é tão importante
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