Discutir planejamento funerário ainda é um baita tabu, né? Por mais que a gente saiba que não vai escapar, ninguém gosta de falar sobre o assunto.

Há de se convir que a morte é um tema delicado e também muito pessoal. Porém, é preciso concordar também que ela não causa apenas danos sentimentais aos indivíduos.  A maioria das pessoas não podem contar com empréstimos, poupanças ou parente rico para arcar com as despesas de um funeral. Por isso, é tão importante pensar no tema.

Preciso mesmo me preocupar com isso?

Fazendo o planejamento funeral com antecedência ele oferece muitas vantagens. Você pode passar a vida com paz de espírito, sabendo que não será um fardo para sua família quando passar “dessa para uma melhor”.

Se você sabe exatamente como seu funeral deve ser tratado, então o planejamento antecipado pode garantir que seus desejos sejam realizados. No entanto, muitas pessoas ainda hesitam sobre a prática por duas razões:

1. Preconceito: por achar que isso desrespeita o curso da vida ou a vontade de Deus.

2. Desconhecimento: por não saber que o planejamento funerário é uma possibilidade.

Cremação ou enterro: como escolher

A cremação reduz o corpo a pó em questão de horas, enquanto o enterro tradicional segue o processo de decomposição lenta e natural. Algumas pessoas respeitam o processo de permitir que o corpo se decomponha naturalmente e consideram a cremação falta de respeito. Enquanto outros acreditam que a cremação denota reverência.

No longo prazo, as cremações diretas são mais econômicas do que os enterros, já que não exigem embalsamamento ou um túmulo. Além disso, você tem a opção de manter o corpo em um recipiente alternativo em vez de um caixão.

No entanto, como a cremação é um processo irreversível, é essencial tomar uma decisão e esclarecer se você quer ir para uma cremação ou enterro. Além disso, tenha em mente que a cremação não é um substituto para o funeral, pois a disposição final dos restos mortais ainda é necessária.

Na hora de decidir, vale a pena ter em mente tanto as questões econômicas quanto sentimentais avaliadas. Quanto custa planejar a morte?O planejamento funerário pode valer a pena, as empresas têm poder para oferecer todos os serviços em preços mais acessíveis. Sem contar que é pago em parcelas mensais, não de uma só vez, ou custando uma fortuna.

Geralmente, pacotes básicos de assistência para funeral variam de R$3,5 mil a R$5 mil, com parcelas mensais de R$15 a R$30. No entanto, as despesas com túmulos podem encarecer toda essa conta, dependendo do material usado na construção deles.

Todos esses pacotes são familiares, se estendendo para até cinco pessoas. Já a cremação pode ser mais econômica, se considerarmos os gastos com jazigos. Eles também variam de valor, mas a média é de R$3 mil, quando feito por empresas especializadas e particulares.

O importante em todo esse contexto é pesquisar os preços e como são os dois processos, antes de contratar. Afinal de contas, é um caminho sem volta, hehehe!

 


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Planejamento funerário: um tabu que pode trazer tranquilidade para a família
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