Dinheiro é um meio de troca. Ele permite que a sociedade se organize de forma a gerar especialização. Assim, algumas pessoas pensam que os problemas irão acabar se tiverem uma quantia alta no banco. Outros, entretanto, acreditam que o dinheiro não traz felicidade e que representa um mal na sociedade atual. Os artistas tendem a se encontrar no segundo grupo. É o seu caso?

Em oposição, a arte é a expressão do lado estético humano. Independentemente da linguagem, a arte uma construção cultural variável e sem significado constante. O conceito é instável, e costuma-se pensar que regras não podem ser aplicáveis a ele.

No entanto, apesar de ganhar dinheiro não ser o foco da maioria das pessoas que se formam em cursos de ciências humanas, não há como fugir disso. As contas, um belo dia, começam a aparecer, e precisam ser pagas. Negligenciá-las torna a liberdade artística extremamente limitada, uma vez que é necessário sobreviver.

Para isso, muito comumente os profissionais acabam recorrendo a empréstimos e aceitam trabalhos de qualidade questionável, apenas pela possibilidade de boa remuneração. E é justamente isso que você queria evitar ao pensar na vida depois de formado. A opressão exercida pela necessidade de sobrevivência mercadológica, marcada pela obrigação de quitar os compromissos financeiros, dificulta a liberdade mental necessária à atividade criativa.

 

Saia da corrida dos ratos

Para evitar que a teia de gastar – trabalhar – ganhar dinheiro para pagar as dívidas – fazer mais dívidas, mecanismo que Robert Kiyosaki nomeou de “Corrida dos Ratos”, é fundamental que o profissional da indústria cultural veja a sua atuação como uma peça-chave dentro da economia. Assim, aplicando os conceitos de finanças aos seus próprios recursos, este profissional poderá alcançar um nível alto de independência artística e financeira.  

Por questões culturais, no Brasil, pensar ativamente em como ganhar dinheiro é visto de forma negativa.  A cultura brasileira, baseada em preceitos católicos, condena a ganância, através de uma culpa quase franciscana. Já em países de tradição protestante, como a Inglaterra e os Estados Unidos, a prosperidade financeira é encarada como uma forma de reconhecimento divino, inclusive incentivada.

Tenha uma gestão financeira pessoal eficiente

Uma boa gestão financeira pessoal, aliada à educação financeira, proporciona ao profissional o conhecimento necessário para a tomada de decisões quanto aos produtos e serviços financeiros, visando a sustentabilidade e a continuidade da saúde financeira. Outro benefício é o eficaz gerenciamento de riscos e a melhoria do bem-estar geral e do desempenho profissional.

Para a mudança de cenário, devemos pensar em duas grandes forças: as receitas e as despesas. Unidos, com um bom planejamento, estes dois pontos irão oferecer a você o bem-estar financeiro necessário para a liberdade de criação.

 

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A importância da tranquilidade financeira para a criatividade
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