Networking: a importância dos vínculos fracos

 

Em primeiro lugar, vamos estabelecer uma coisa aqui: fazer networking não é trocar cartões de visita. Ir a eventos e conhecer novos profissionais é beeem legal e importante para a sua carreira, mas não é isso que define se você sabe fazer networking ou não.

Pra começar, a palavra networking (do inglês) representa uma rede de contatos, em geral profissionais. São as pessoas que você conhece e sabe o que fazem, bem como conhecem você e sua trajetória.

A maravilhosa Luciane Costa lista neste post os motivos para se fazer networking. Dentre eles, eu destaco o encontro com potenciais clientes e parceiros de negócios e a ampliação do conhecimento sobre diversos assuntos não necessariamente relacionados à sua área de atuação. Indo além, o networking quando bem feito permite que você ofereça ao mundo suas potencialidades e receba as potencialidades dos outros. É a filosofia da abundância sendo utilizada na vida real (mas isso é assunto para outro post, rs).

 

Vínculos fracos x vínculos fortes

 

Foi o sociólogo estadunidense Mark Granovetter que primeiro estudou a importância dos chamados “vínculos fracos”, em comparação com os “vínculos fortes”. Os vínculos fracos são aquelas pessoas que você considera “conhecidos”, mas não amigos de fato. É a amiga daquela sua amiga, que você conhece porque já cruzou algumas vezes em festas. É aquela menina que malha com você na academia. É a ex-colega de faculdade com quem você fez algumas disciplinas. É aquela vizinha com quem você troca poucas palavras além de “bom dia”.

Segundo o pesquisador, os laços fracos são os responsáveis por construírem uma rede de experiências e referências diversas. Enquanto os laços fortes, a tribo a que você pertence (sua família, seus amigos, sua comunidade próxima), fornece a você a segurança e seu lugar no mundo, os laços fracos oferecem as verdadeiras oportunidades de crescimento e inovação. Os indivíduos que compartilham de laços fortes compartilham do mesmo círculo social, crenças e preferências. Assim, não há tanta diversidade quanto existe nas relações de vínculos fracos.

Justamente por isso, as oportunidades de crescimento e parceria profissional tendem a acontecer com mais frequência entre os vínculos fracos. São eles que nos apresentam novidades, nos estimulam a pensar de uma forma diferente e enxergar um caminho antes desconhecido. Portanto, para fazer um networking eficiente, aposte nos vínculos fracos!

 

Dicas práticas para um networking arrasador:

 

Por último, deixo aqui uma listinha de atitudes que eu costumo tomar para manter a minha rede de contatos fracos um pouco mais ativa, mas sem ser muito chata. São elas:

  1. Chamar as pessoas para um café, mesmo quando eu não preciso de algo delas
  2. Comentar as conquistas que as pessoas expõem em redes sociais
  3. Enviar mensagens contando as novidades
  4. Utilizar o Linkedin para expor meus projetos
  5. Participar de eventos na minha área e em outras áreas

 

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E o melhor: essa primeira edição é de graça.
Aceito amor e uma xícara de chá se você gostar. 🙂

quero

 

Networking: a importância dos vínculos fracos
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Uma opinião sobre “Networking: a importância dos vínculos fracos

  • Luciane Costa disse:

    Maravilhosa é tu 🙂 Precisamos seguir tua dica número 1 quando eu for para poa de novo! Beijos

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