Dinheiro é um meio de troca. Ele permite que a sociedade se organize de forma a gerar especialização. Algumas pessoas pensam que os problemas irão acabar se tiverem uma quantia alta no banco. Outros, entretanto, acreditam que o dinheiro não traz felicidade e que representa um mal na sociedade atual. 

Nós mulheres tendemos a nos encontrar no segundo grupo. É o seu caso?

No entanto, apesar de ganhar dinheiro não ser o foco da maioria de nós, não há como fugir disso. As contas, um belo dia, começam a aparecer, e precisam ser pagas. Negligenciá-las torna a vida extremamente limitada, uma vez que é necessário sobreviver. Para isso, muito comumente acabamos recorrendo a empréstimos e nos enrolamos com o cartão de crédito.

 

A corrida dos ratos

 

Você certamente conhece a realidade de gastar – trabalhar – ganhar dinheiro para pagar as dívidas – fazer mais dívidas. Seguimos um padrão de vida, que consiste em ter uma educação, crescimento profissional e constituir família. Esse é o padrão básico da classe média (não que você não possa rompê-lo, rs, mas é o que acontece na maioria dos casos). Conforme os ganhos financeiros aumentam, aumentam também os gastos. As dívidas aumentam, a casa aumenta, as contas ficam mais caras. Assim, estamos sempre correndo atrás de dinheiro.

Foi essa teia que Robert Kiyosaki nomeou de “Corrida dos Ratos”, no livro Pai Rico, Pai Pobre. Quem está nessa corrida, está como um hamster preso em uma gaiola, que corre corre corre e não consegue sair do lugar.

 

Começando a mudança

 

Para evitar a “Corrida dos Ratos”, é fundamental que nós vejamos a atuação das mulheres como uma peça-chave dentro da economia. Assim, aplicando os conceitos de finanças aos nossos próprios recursos, poderemos alcançar um nível alto de independência financeira.

Por questões culturais, no Brasil, pensar ativamente em como ganhar dinheiro é visto de forma negativa. A cultura brasileira, baseada em preceitos católicos, condena a ganância, através de uma culpa quase franciscana. Já em países de tradição protestante, como a Inglaterra e os Estados Unidos, a prosperidade financeira é encarada como uma forma de reconhecimento divino, inclusive incentivada.

Uma boa gestão financeira pessoal, aliada à educação financeira, proporciona ao profissional o conhecimento necessário para a tomada de decisões quanto aos produtos e serviços financeiros, visando a sustentabilidade e a continuidade da saúde financeira. Outro benefício é o eficaz gerenciamento de riscos e a melhoria do bem-estar geral e do desempenho profissional.

Para a mudança de cenário, devemos pensar em duas grandes forças: as receitas e as despesas. Unidos, com um bom planejamento, estes dois pontos irão oferecer a você o bem-estar financeiro necessário para a liberdade.


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O que é e como sair da corrida dos ratos
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